No final da década de 1920, a economia norte-americana estava florescendo. A produção estava em alta e o desemprego estava em seu nível mais baixo. No entanto, muitos investidores estavam colocando seu dinheiro em ações, esperando um grande retorno.

A bolsa de valores em Nova Iorque estava em um momento de grande valorização, mas muitos investidores ignoraram os sinais de que o mercado estava se tornando instável. Em outubro de 1929, a bolsa de valores de Nova Iorque sofreu um grande colapso, que ficou conhecido como o Crash de Nova Iorque.

O crash começou em 24 de outubro, quando o Dow Jones Industrial Average perdeu 11% de seu valor em um único dia. No dia seguinte, conhecido como Terça-feira Negra, o mercado registrou uma queda ainda maior, com as ações das empresas perdendo rapidamente seu valor.

O impacto do crash foi imediato. Muitas pessoas perderam suas economias da noite para o dia, e a economia americana entrou em recessão. O desemprego aumentou e muitas empresas faliram.

Uma das principais causas do crash foi a especulação. Muitos investidores estavam comprando ações sem levar em conta o valor real das empresas. Além disso, muitas pessoas estavam comprando ações com dinheiro que não possuíam, esperando pagar o dinheiro de volta com os lucros do mercado.

O crash de Nova Iorque teve um impacto global. Muitos países dependiam do comércio com os Estados Unidos, e o colapso da economia americana afetou a economia mundial de maneira significativa. A Grande Depressão, como ficou conhecido o período pós-crash, durou vários anos e afetou milhões de pessoas em todo o mundo.

Para evitar que o crash aconteça novamente, as autoridades financeiras dos Estados Unidos criaram uma série de regulamentações para proteger os investidores e garantir a estabilidade do mercado financeiro. Essas regulamentações incluem a Securities Act de 1933 e a Securities Exchange Act de 1934.

Em conclusão, o crash de Nova Iorque em 1929 foi um evento importante na história da economia mundial, trazendo consequências duradouras tanto para os Estados Unidos quanto para o resto do mundo. Seu legado vive ainda hoje, com a criação de leis e regulamentos para evitar uma repetição do colapso do mercado financeiro.